Quero meu chip

Segurança digital para crianças: 10 dicas práticas para os pais

Atualizado em 16 de outubro de 2026 · 6 min de leitura

Dar um celular para o filho também é abrir uma porta para a internet. Não dá para controlar tudo, mas algumas medidas simples reduzem muito os riscos e ajudam a criança a criar bons hábitos desde cedo.

No aparelho

  1. Ative o controle parental: Google Family Link no Android ou Tempo de Uso no iPhone. Eles permitem aprovar aplicativos e definir limites de horário.
  2. Coloque senha ou biometria na tela e ensine a criança a não compartilhar com colegas.
  3. Mantenha o sistema e os aplicativos sempre atualizados.
  4. Desative compras dentro de aplicativos ou exija aprovação dos pais.

Nas contas e aplicativos

  1. Revise as configurações de privacidade de cada aplicativo, começando pelo WhatsApp.
  2. Ative a verificação em duas etapas sempre que estiver disponível.
  3. Ensine que códigos recebidos por SMS nunca devem ser repassados a ninguém.

Na conversa

  1. Explique, com exemplos, por que não se compartilha endereço, escola ou fotos com desconhecidos.
  2. Combine horários sem tela, principalmente antes de dormir.
  3. Garanta que seu filho pode te contar qualquer problema sem medo de perder o celular. Esse é o ponto mais importante de todos.

Golpe comum: alguém se passa por amigo ou parente e pede um código, uma foto ou dinheiro. Combine uma palavra secreta da família para confirmar pedidos urgentes.

E o número do celular?

Ter um número só para a criança, administrado pelos pais, ajuda a separar contatos e contas e evita que dados da família fiquem misturados no aparelho dela. É a proposta do Chipinho: um chip para criança contratado pelos responsáveis, com WhatsApp sempre ativo e sem recarga.

Perguntas frequentes

Qual o melhor aplicativo de controle parental?

Os controles nativos, Google Family Link no Android e Tempo de Uso no iPhone, são gratuitos e cobrem o essencial: aprovação de aplicativos, limites de tempo e localização do aparelho.

Devo ler as mensagens do meu filho?

Depende da idade e do combinado da família. Com crianças menores, a supervisão costuma ser mais próxima. Com adolescentes, a confiança e o diálogo funcionam melhor do que a vigilância constante.

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